Os robôs já estão substituindo os profissionais do Direito (e você deve se preocupar com isso)

Já existem robôs que montam petições a partir dos problemas descritos pelos clientes.

As máquinas usam as teses rotineiramente aplicadas pelos escritórios ou disponíveis em bibliotecas digitais.

Faça uma rápida busca no seu navegador e se surpreenda com o número de empresas que já oferecem esse tipo de solução.

Outros robôs são capazes de elaborar sentenças no lugar dos juízes.

Os algoritmos fazem o trabalho com muita velocidade e eficiência. Não erram e não precisam de descanso.

É o fim das profissões jurídicas?

Vamos pensar juntos.

Que tipo de trabalho é substituível?

O repetitivo.

Existem advogados e profissionais do Direito que fazem trabalhos repetitivos?

Sim. E esses vão sumir do mapa.

Exemplos clássicos de situações repetitivas: ações bancárias, de consumo, trabalhistas e previdenciárias.

Não fique bravo. Eu sei que nem todas são repetitivas, mas a maior parte é.

Então todos os advogados trabalhistas vão acabar?

Não. Pois há uma parcela das ações que não são repetitivas.

Além disso, alguém tem que fazer as teses que servirão aos bancos de dados.

As sentenças seguem a mesma lógica.

Existem aquelas que não podem ser replicadas e existem aquelas que precisam enfrentar as novas teses.

Seja o advogado criador das teses.

Seja o juiz que desenvolve as respostas às teses.

Seja o profissional jurídico que entende e usa a tecnologia a seu favor.

Como?

1. Em vez de gastar energia falando sobre os “nefastos” efeitos da tecnologia para o mercado jurídico, dedique-se a dominar as novidades;

2. Não se conforme com o conhecimento básico do Direito. Vá além. Exercite seu raciocínio jurídico e proponha soluções inovadoras.

3. Desenvolva habilidades pessoais: resiliência, argumentação, criatividade, adaptabilidade, comunicação verbal e não-verbal.

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: